segunda-feira, 22 de julho de 2013

A solução Socialista!

O presidente francês, François Hollande, está a preparar um aumento de impostos que vai render entre 4 e 6 mil milhões de euros durante o próximo ano, noticia hoje o Le Journal du Dimanche, citado pela agência Bloomberg.
Alguns dos aumentos de impostos já foram anunciados, como a eliminação dos descontos para o gasóleo comprado pelos agricultores e o aumento do imposto sobre as vendas, mas estes, aparentemente, não são suficientes.
De acordo com o jornal, o presidente francês prepara mais impostos, que valerão aos cofres públicos entre 4 e 6 mil milhões de euros.
A receita fiscal francesa aumentou 22 mil milhões de euros em 2012 e deverá subir 33 mil milhões este ano, de acordo com o auditor público, citado pelo jornal.
O Orçamento do Estado para o próximo ano é apresentado a 25 de setembro.
Hollande disse esta semana, durante um jantar com jornalistas, que a crise foi superada na zona euro e não se repetirão as tensões nos mercados dos últimos anos, reforçando a ideia de que a França saiu da recessão e que a fase de crescimento chegará antes de 2014, disse à "France Info" uma jornalista que esteve presente no convívio, citada pela Efe.
De acordo com François Hollande, a França saiu "da crise do euro" que sacudiu os países periféricos (Espanha, Portugal, Grécia e Itália) e não espera "nada de grave este verão".
O líder socialista definiu a sua linha política como "reformista", que se desmarcou de "uma política mais à esquerda, com protecionismo e desequilíbrio nas contas", mas também de uma política de direita que suprimiria as 35 horas de trabalho semanais ou subiria a idade da reforma para 65 anos (atualmente nos 62).

quarta-feira, 10 de julho de 2013

E agora???


E agora???

O Presidente da República quer um "compromisso se salvação nacional" e admite eleições depois de junho do próximo ano, altura em que a troika sairá de Portugal.E anunciou que irá convocar os partidos  - PSD, CDS e PS - que assinaram o Memorando para chegarem a uma solução.
Cavaco Silva diz-se conscinete de que o Presidente não pode impôr aos partidos que se entendam num compromisso patriótico, terão de ser os partidos a chegar a um entendimento".
"Iniciar agora um processo eleitoral pode significar um retrocesso naquilo que já foi conseguido", disse Cavaco Silva considerando que se tornaria necessário renegociação do programa de assistência financeira que seria mais exigente e consequências mais gravosas com relexos diretos e gravoso" para as pessoas.
"Um cenário de eleições legislativas no actual contexto seria muito prejudicial", afirmou.
"Acredito que as forças politicas colocaram o interesse nacional acima dos seus interesses partidários até porque todos estão conscientes das dificuldades extremas em que nos encontramos", concluiu.
O chefe de Estado anunciou a sua decisão ao país, após ter ouvidoos partidos e parceiros sociais sobre o futuro da coligação PSD/CDS, depois da crise cria pelas demissõs dos minsitros das Finanças e dos Negócio Estrangeiros   criado com a demissão de Paulo Portas e o posterior volte-face da sua decisão, que havia anunciado como "irrevogável".


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/cavaco-silva-quer-compromisso-de-salvacao-nacional=f819514#ixzz2YfuoHOss

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Portugal de Sub-20



Hoje estive a ver o jogo de Portugal de Sub-20 no Mundial da categoria e cheguei À conclusão que esta é o retrato do Estado Atual da juventude de hoje do país: Pessoas com talento, formação, ideias, mas sem vontade de se esforçar, que não sabe trabalhar em grupo e sem espirito de solidariedade para se ajudarem uns aos outros.
Este grupo de jogadores é a antítese da seleção do mesmo escalão de 2011 onde o talento não abundava, mas o espirito solidário e o acreditar uns nos outros levou a que chegássemos à final e por pouco não tenhamos ganho ao Brasil (o gênio de Oscar-hoje no Chelsea- tramou-nos).
Conclusão: Por muito talento que tenhamos se não nos esforçarmos nem tivermos ambição nunca conseguiremos vencer!

2011                                                                                             2013

Troika e mercados exigem maioria estável para cumprir austeridade-Penso que também todos os portugueses

A mensagem, nos juros e em palavras, é clara: solução para a crise política tem de ser rápida e capaz de manter o rumo. Instabilidade reforça dependência face ao apoio da UE.
As instituições da ‘troika' aguardam uma clarificação da situação política portuguesa antes de adiarem a oitava avaliação e de se pronunciarem sobre a instabilidade. Contudo, quer de Bruxelas, quer da comunidade financeira em peso - os centros de poder de que Portugal depende para obter financiamento - a mensagem é clara: a solução para a instabilidade política tem de ser rápida e assegurar um Governo com capacidade para continuar a cumprir os objectivos do memorando da ‘troika'.

"Portugal terá que cumprir os objectivos, incluindo obviamente a reforma do Estado", sublinha fonte comunitária ao Diário Económico, lembrando que todos os partidos do arco da governação subscreveram o memorando (PS assinou, PSD e CDS apoiaram via carta de conforto). Nesse sentido, segundo apurou o Diário Económico, a ‘troika' terá feito saber junto do CDS que um acordo de incidência parlamentar é uma solução demasiado frágil para os desafios impostos pelo Orçamento do Estado para 2014 - e não é certo que os parceiros internacionais dêem o seu aval a esta solução.
Fonte: Diario Economico

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Obrigado senhores governantes!

Portugal regressou hoje ao olho do furacão das finanças com o PSI 20 a afundar mais de 5% e a ‘yield' a 10 anos a bater nos 7,5%.
A factura financeira de uma iminente crise política começou a ser contabilizada logo no arranque da negociação com uma fuga acelerada de investidores que não estancou até ao encerramento dos mercados. O ritmo dessa fuga ficou espelhado num volume de negócios de 680 milhões de papéis transaccionados só na sessão de hoje, mais do quadruplo que a média dos últimos 12 meses. O saldo final é um tombo de 5,31% para 5.236,49 pontos, um desempenho sem paralelo nos 94 índices accionistas mundiais com dados disponíveis na agência Bloomberg. Já não se sentia pressão vendedora em Lisboa desta intensidade desde 2008, o ano da crise financeira norte-americana.
Fonte:Diario Economico

O que vale é que ainda nos rimos com a nossa desgraça!



Simplesmente Fantástico!